Thabata Lorena – Sonhos, Imagens, Memórias e Mirações

Apresentação :

      “SONHOS, IMAGENS MEMÓRIAS E MIRAÇÕES”

Tenho uma relação intima com meus sonhos, olho pra eles com ares de ciência, escrevo para relê-los, aprendo muito, me sinto dialogando com tudo que conheço. No meus sonhos encontro minha vida invertida, a analise dos meus sonhos é meu divã, meu oráculo, meu culto, é meu termômetro, minha bussola, neles me vejo completamente desconstruída e me reinventando faço conexões improváveis, me sinto DJ da vida, misturando infância e futuro numa obra de arte audiovisual com cheiros, perfumes e efeitos especiais, criada exclusivamente pra mim. Amo sonhar.

E se existe uma coisa que amo mais que sonhar, é realizar. Essa publicação é em honra em respeito a meus sonhos, que projetam minha vida acima da linha do ordinário me elevando a comungar do extraordinário da existência. A razão se curva a magia do improvável e a vida se dissolve, se revelando no sentido que é dado por cada um. Os sonhos são importantes.

Com o tempo comecei a perceber padrões, tipificações de sonhos, fui criando new logismos no meu infinito particular, construí algumas relações com essa experiencias. Percebi sonhos que se repetem desde a infância, sonhos que parecem experiencia espirituais, projeções astrais e até sonhos que acontecem de olhos abertos, imagens em sobreposições com a realidade vista a olho nu.

Conto sempre meus sonhos, gosto de ouvir o sonhos das pessoas, sempre pergunto, pros meus filhos, amigos, meus avós, passa um filminho na cabeça, acho gostoso, tipo uma cosquinha na pineal. Agradeço aos ouvidos que me ouviram e todos os sonhos que a mim foram confiados, leio o sonho como algo intimo e revelador.

Detesto dicionário de sonhos, acho genérico oportunista e vulgar, o sentido e o simbolo só podem ser percebidos com mínima compreensão da cultura e contexto. Um banco num sonho não será “apenas” um banco, será reflexo da experiencia concreta daquele individuo que sonha. A pessoa que foi buscar o premio da mega sena no banco, tem uma experiencia completamente diferente de quem teve sua casa tirada por ele, diferente também daquele que sentou no banco.

Não acredito que meus relatos cristalizam significados ou “servem” pra definir outras experiencias com sonhos, no entanto sinto que é possível criar referencias comuns, observar paralelos entre essas realidades, me atrevo a dizer que o plano dos sonhos está tão conectado com a manifestação da vida quanto a realidade observável.

Chegou a hora de dar espaço ao que meus sonhos querem dizer.

“A memória é uma ilha de edição”

                                                 Nave bola de sabão furta-cor

Tenho 9 anos, estou andando de bicicleta rápido, muito rápido, estou correndo, estou fugindo ofegante, muito determinada, a frente um horizonte montanhoso com um céu azul turquesa em tons marítimos. -Do que estou fugido?

Olho para traz e vejo um cenário preto e branco em câmera lenta, uma chuva ácida, preta como piche cai do céu, deixando sem cor tudo o que toca, pessoas, passarinhos, outros bichos que tentam fugir, a medida que são molhados pela chuva entram  num movimento retardado, tudo se move tão devagar que as coisas parecem não sair do lugar. Mais ao fundo pode se ver uma cidade, de onde todas essas formas de vida tetam fugir,  essa chuva avança em minha direção.

Continuo a pedalar, pedalo por muito tempo, a cidade se afasta lentamente atrás de mim, parece sempre que tenho que fazer muito esforço para andar. Seguindo a fuga percebo mais a frente um abismo, não é qualquer abismo, é um grande abismo, não só isso, é como se o chão acabasse, olho para direita não ha conexão entre as faixas de terra, pra esquerda do mesmo jeito, e pra piorar a distancia de frente de uma faixa de terra a outra é gigantesca. Não existe volta, retornos ou pontes, apenas um grande e inevitável abismo.

O que fazer? Verifico novamente do que estou fugindo, apensar do muito tempo pedalando ainda vejo a cidade, tudo paralisado toxico, ácido, branco sem cor, presencio o exato momento em que uma gota toca um pássaro em pleno voo, conforme a gosta vai escorrendo ele vai perdendo a coloração ficando como um desenho de nanquim em folha branca se movendo em câmera lenta.

A frente cores, natureza, som, e o inevitável abismo, preciso me decidir. Meio que sem escolha decido tentar saltar de uma margem pra outra, coloco toda energia que me resta, começo em pé na bicicleta pedalando, pedalo, pedalo, pedalo, pedalo, o mais forte que eu posso, colocando mais força, estou completamente acreditada em um milagre. Até sinto que posso fazer um voou daqueles tipo do filme do ET cruzando a lua, bem lindo.

Chegou o momento, o fim da terra se aproxima me lanço em direção a outra margem, com plena fé no voo, nesse momento é como se conseguisse vivenciar os milésimos de segundo, o voo se alonga como se tempo se dilatasse. E eu penso -Vai dar certo, vais dar certo, vai dar certo! Porem percebo que ainda falta muito pra outra margem e aceito que não será possível.

Com o olhar faço um giro de 360 graus, e acompanho o começo da minha queda, descolo da bicicleta, e soltas caímos em velocidades diferentes, eu afundo primeiro, uma fria e gélida certeza da morte me invade -To caindo vou morrer! Eu disse: -To caindo vou morrer…! Haaaa!!! É agora!

E sigo caindo fundo, vejo acima de mim e também em queda  livre, a bicicleta caindo, girando até que me lembro que to caindo e que vou morrer, então volta o disco -Há meu Deus do céu, to caindo, vou morrer! Haaaa! E sigo caindo já estou tão fundo no abismo que a entrada de luz virou uma fenda, um risco de luz na queda, até que me lembro que -To caindo…. Caindo…. Caindo…?

Eu estou caindo? Caindo mesmo, tipo na vera?

Estou no breu, total escuridão, volto ao desespero de precipitação da morte, enquanto grito bem alto VOU MORRER! Vejo novamente o tempo passar e sigo em queda livre, e nada, nem queda nem morte, nada… um tedioso nada acontece. -Vou ou não vou cair? E eu mesma respondo: -Não! Esse buraco não tem fundo, eu nunca vou cair!

Ao afirmar isso mentalmente a sensação de estar caindo é substituída pela sensação de que estou subindo, sendo que na mesma direção da queda livre, estabilizo voo sentando em lótus, enquanto vejo se formar em baixo de mim uma especie de bola de sabão, que em instantes envolve todo o eu corpo, como uma nave bola de sabão furta-cor.

Agora estou flutuando dentro dessa bola translucida furta-cor, com tons de lilás metálicos por fora. Dentro sentada em lótus observo um painel de controle a minha frente, a parte interna da bolha tem formato octogonal, parece um casco de tartaruga invertido, cada octógono é um tipo de tela, pelas linhas passam corrente elétricas vermelhas, que acendem pontos azuis que conectam as arestas dos octógonos, controlo tudo com meu pensamento, observando as telas percebo que sou eu em várias fases diferentes da minha vida. Ascendem estrelas em volta do breu na escuridão.

Tipo: Sonho

Ano: 1995, 2002, 2009, 2016

Curiosidade: Esse sonho e repete desde a  infância, a primeira vez que sonhei que eu me lembre nem sabia andar de bicicleta tinha 7 anos. Quando ele se repete as imagens dentro da telas octogonais mudam, sempre com imagens da minha vida, encontro essas imagens em dejavus.

DESENVOLVER

                                                        Anunciação feminina

Estou em uma casa nova, estamos chegando de mudança, o caminhão parte virando a esquina, então entro, ouço movimentos  não estou só, vejo vovó de relance, sinto sua presença no ambiente, ela esta me auxiliando com as caixas limpeza e organização, sugeri com tom amoroso de reclamação como deve ser ocupado casa ambiente, eu rindo de sua rabugentisse começo a pensar como ocupar, vejo de relance meu filho mais velho Ébano, leva suas coisas todas pra um mesmo ponto de referência na casa, parece já ter escolhido qual será seu quarto, independente flui pelo novo ambiente sabendo sem ser ordenado exatamente como auxiliar.

Chegou a hora de colocar a mão na massa, já descemos todas as coisas esta tudo aqui, agora é trabalhar! Sinto  meu cabelo solto é preciso prendê-lo, procuro entre caixas e bolsas algo que possa me ajudar, encontro um lenço grande confiro em meu braço tem um prendedor de cabelo feito de meia calça daqueles que não quebra o cabelo.

Junto todo cabelo, é longo vai até o fim de minhas costas “batendo na bunda”, passo os dedos entre as madeixas com intimidade, inicio uma trança de raiz, uma  central com todo cabelo, manuseio aquele cabelo de fio liso com naturalidade como se sempre fosse meu. Me dirijo a um espelho bem grande, moldura florida, é meu espelho de sempre. Quando chego em frente ao espelho já estou da metade pro fim fiz com pontos grandes, tranço com naturalidade a ponta da trança que repousa sobre meu ombro, quando me olho no espelho percebo que meu rosto não é meu. Em minha face, sem nenhum estranhamento por minha parte, sou o rosto de minha mãe, com 30 anos minha idade atual.

Pego o lenço e o coloco da melhor forma, fazendo um arco na testa, formando um turbante bem cigano, que segura o suor do trabalho que virá, e olhando dentro dos meus olhos começo a me parabenizar: Ainda bem que eu acreditei na minha carreira de cantora, tá vendo!? Ainda bem que tive eu filho! Ainda bem que to gravida! Ainda bem que fiz o investimento certo, sem meu carro não teria conseguido chegar aqui! Ainda bem que gravei meu DVD! Ainda bem que mudei de cidade! Ainda bem que tenho sorte! Ainda bem que não estou só!

E saio pela casa a começar a organização, quando ouço uma voz de criança, é uma criancinha, não é a voz de Ébano, essa voz me conduz pela casa, apensar de não vê-la a sinto no ambiente, entramos em um quarto, cheio de caixas, algumas já abertas, nessas fotografias antigas, bonecas, vestidinhos, colares anéis, contas e bibelôs. Quado vejo estou sendo “colocada” numa maca imaginaria, e mesmo sem vê-la, percebo uma criança brincando de medica na minha barriga, simula um estetoscópio, e sinto sua mão tocando minha barriga, e a de criancinha que me acompanha que é a menina que brinca diz – Hum vai ser uma menina!

Eu ri de convicção e confirmação enquanto via meu filho, minha vó e me vendo como mamãe

 Ano: 2019

Tipo: Sonho / cesta

Curiosidade: Descobri o sexo de minha filha com esse sonho. Além de contato comigo através de sonhos ela também entrou em contato com várias mulheres de meu convívio, no período da gestação, como por exemplo a doula dela que sentiu em sonho que seria uma menina. Houve  um episodio num trabalho espiritual, estava com 4 meses de gestação e zero de barriga (minha barriga foi pequena durante toda a gestação) e uma médium, depois de olha fixamente pra mim, de maneira incomoda, me perguntou se estava gravida, ao responde-a que sim, ela me disse que seria uma menina.

                  Pedregulho em órbita

Sou uma pedra gigantesca em órbita no espaço, um enorme rochedo orbitando sem rumo na imensidão do universo, passo um expressivo tempo contemplando o lado escuro de minha formação rochosa, até que algo me ilumina.

Me sinto atraída por essa luz, obedeço o magnetismo universal e vou em sua direção,  a medida que ela me ilumina por completo é como se eu adentrasse em um túnel que começa a quebrar minhas arestas, vou aos poucos me tornando ovoide.

Entro no campo de iluminação, já não estou mais no escuro, tudo é iluminado, observo o tecido do espaço e to tempo, sigo olhando a luz enquanto perco minha densidade rochosa, e sem que perceba estou flutuando, sou luz, quando procuro meu corpo rocha, vejo que me tornei a luz que me guiava.

Ano: 2008

Local: Chapada dos veadeiros

                                                          Stargate indígena

Estou em um cube, dentro da piscina, emerjo da água e vejo algumas pessoas em volta da borda, estou brincando de pique pega com meu irmão mais velho Eron, nossos olhares se desencontravam no entra e sai da água, ora dentro ora fora, o persigo na mesma empolgação que fujo, o ambiente é claro, o céu está azul, aberto sem nuvens, com forte luz do meio da manhã.

  Me aproximo da borda da piscina e vejo uma mulher com aproximadamente sessenta anos, é Ana uma amiga, só que mais velha que na vida desperta, ela está pegando sol, bem besuntada de bronzeador, a chamo pra entrar na água e ela se recusa.

Olhando fixamente para seu rosto vejo sua face derretendo feito um boneco de cera, a pele parece borracha quente querendo soltar de sua face, ela então saca uma seringa caricata, gigante e começa aplicar desesperadamente em seu rosto que está se desfigurando, dentro, a seringa parece ter látex. Ela segura a parte mais mole de seu rosto com uma das mãos enquanto a outra aplica a injeção diretamente.

Quando me percebo estou fora da piscina, está havendo uma invasão no clube, de repente recebo em minhas não um bebe de aproximadamente 6 meses  para trocar a frauda, é coco, seguro ele no colo cotra o meu peito, e procuro local para trocá-lo, ao chegar no fraldário percebo com espanto -Mais esse menino é índio, ele não usa frauda! No momento da minha exclamação a criança começa a se transfigurar na minha frente, cresce uns 8 anos em cincoo segundos, sem frauda me olha no olho incisiva como um carcará que sabe o que vai fazer, pelo seu olhar compreendo que devo segui-la, assim faço.

Saímos do setor de clubes direto na esplanada dos ministérios em meio a uma aparente confusão, pessoas correm por todos os lados, parece que o caos  tomou conta do centro de Brasília. Até que me aparece um índio, aparenta uns setenta anos, talvez, todo paramentado, parece uma liderança, um grande cocar, para na minha frente interrompendo minha corrida e começa a falar comigo, é uma mensagem importante importante, isso eu sei, porém a língua não identifico, apenas compreendo. Olho compenetrada em seus olhos acompanhando detalhadamente sua fala, e olhando-o nos olhos me vem a consciência -Eu o conheço, esse é meu líder. Ele me passa orientações.

Sua fala me chama atenção para o céu, sigo com os olhos seus movimentos de mão, vejo apontado por seu dedo, descendo por um “rampa” invisível diretamente do céu, através de um buraco de minhoca centenas e milhares de indígenas com cantigos instrumentos armas e presença cerimonial de guerra.

Centenas de milhares indígenas  descendo pra terra saindo de buracos de minhoca, um escorregador monumental invisível, por onde os povos de várias nações descem correndo céu abaixo, chegado na esplanada dos ministérios.

Dispersam se espalhando por todos ao lados, invadem prédios, ocupam as praças e monumentos, e tudo vai voltando a ser terra, por onde passam deixam os prédios completante recobertos por trepadeiras, e outros tipos de planta, surgem árvores roçados e jardins, o verde avança sobre o concreto abandonado.

Tipo: Sonho

Local: Santuário dos pajés

Ano: 2008

                                                            Torre de babel

Estou descendo em direção a um porto, no Rio de Janeiro, uma luz de fim de tarde bem bonita, amarelando o porto, percebo uma intensa comunicação, as pessoas no porto parecem fazer negociações, mais algo parece não se encaixar, esta tudo bem confuso, um clima de conflito começa  a se formar, observo atenta descendo tetando tomar par da situação quando chego mais perto percebo que cada pessoa fala em um língua diferente, tai o motivo de tana confusão.

O porto é um tipo de torre de babel, chegando mais perto sou abordada por alguém, um homem com rosto asiático, talvez um chinês, tenta negociar comigo, não o compreendo, aproximam-se outro e outro, e outro, e de repente parece que estou no meio de uma bolsa de valores, com representantes de todo mudo, dando laces por em torno de mim, em completa confusão, ninguém sabe o valor que o outra dá, e os ânimos começam a ficar muito exaltados, será que estão tentando me comprar?

Me irrito com a situação, flexiono os joelhos pegando propulsão pra pular e salto num voo rumo ao céu, vou subindo em velocidade incrível comparado a super heroínas, sigo subindo em velocidade espetacular até que rompo a atmosfera terrestre, sigo no mesmo sentido pelo espaço, agora sentindo a ausência da gravidade, é como se o espaço fosse mais denso, diminuindo a velocidade.

Já bem distante, olho pra traz, vejo o planeta terra, como uma pequena esfera, como é maravilhosa nossa casa azul, as estrelas em volta do planeta parecem demonstrar um movimento, de nascedouro de aguá,  vejo na rotação da lua e percebo anéis estelares invisíveis revelados movimentos das estrelas a rotação a lua, rotação da Terra mais forças sutis criando efeito escoamento energético, que pareciam braços de polvo.

Volto minha visão pro lado do sol, e já não o vejo, uma gigantesca sombra esconde a luminosidade do astro rei, tenho em minha frente um gigantesco planeta, com predominância verde musgo e tons de cobre terra e vermelho, o planeta se movimenta depressa, rapidamente passa pela minha lateral e segue em direção a Terra.

O instante zero, tic; deperrente os dois planetas se alinham como se funcionassem como engrenagens interligadas de um relógio, o tempo dilata e o segundo zero para tudo com ar por um segundo dilatado, tac; tudo volta a se movimentar. E o movimento invisível de escoamento muda o sentido, e a força invisível desenhada pelas estrelas começa a fazer o movimento de nascente o fluxo se inicia de dentro pra fora

Local: Rio de Janeiro

Ano: 2007

Contexto: Fórum nacional de educação


SOBRE O PRODUTO:

Escrever sobre sonhos é a retomada de um futuro que nos foi roubado.  Um passo que extrapola violências e silenciamentos que não mais nos impedem de falar, de escrever sobre sonhos. Sonhos de uma mulher preta, bissexual, mãe solteira. Escrever é aqui um ato de existência, resistência. “Permita que eu fale além das minhas cicatrizes.”

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